Estórias do Niterói
ESTÓRIAS do Niterói Rugby PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Matheus Moreira   
Qui, 22 de Janeiro de 2009 13:43

O que os jogadores de Rugby mais tem, além de machucados, talvez sejam histórinhas de viagens, jogos, campeonatos, ou, simplesmente, de festas e noitadas com os amigos do time. O Niterói Rugby, então, é fértil de causos que poderiam encher um livro. Este espaço está sendo inaugurado para que essas "estórias" - a maioria memoráveis - não sejam esquecidadas e continuem divertindo os que as lêem e os que as protagonizaram. Quem quiser contar suas estórias é só enviá-las para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

CONTADOR: Ian Turnbull (um dos fundadores do Niterói Rugby em 1974)
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O Niterói Rugby estava disputando seu primeiro Campeonato Brasileiro e começou na Segunda Divisão. Haviam dois novos clubes na disputa : Niterói e Baurú. Estes dois times estavam ganhando todas até que chegou o dia em que Niterói e Baurú se enfrentariam. Foi marcado, pela ABR, para o campo do SPAC por ser equidistante (Baurú fica 400km de SP). Jogo duríssimo e muito truncado. Terminou o primeiro tempo Niterói 4 x 0 - try do Pedrão. Um jogador do Baurú expulso por violência. Foi o pilar (n° 1) deles. Um cara muito grande e forte (mas não era dois). Início do segundo tempo notei que o n° 1 estava de volta no campo, jogando. Chamei a atenção do juiz. O tempo fechou e o juiz deu o jogo por encerrado após entrar no pau. Juntei o pessoal, formamos o corredor e começamos a bater palmas. O primeiro da nossa fila era um inglês Bruce Corrie (meio-scrum) que britânicamente estava batendo palmas. Ele foi o primeiro a levar uma porrada que até hoje ele não sabe de onde veio. Aí sim o tempo fechou de vez. Resultado : Juíz se escondeu dentro do bar, Baurú expulso para sempre da ABR, duas torcedoras (sim, mulheres) do Niterói com costelas fraturadas, todo mundo tomando banho (e terceiro tempo) na casa do Colin Pritchard (jogador do Niterói que morava - e ainda mora - em SP). Ganhamos invictos a Segunda Divisão naquele ano.

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Setembro de 1983. O time do Niterói Rugby inteiro esperando um jogador às 5 da manhã para irem para São Paulo para um jogo. Faltava o Paulo “Peru”. Finalmente, ligaram para a casa dele e sua mãe atendeu: - O peru está? ela responde irritada: “Não tem Peru nenhum aqui.” Ligam novamente, dessa vez é o seu Pai quem atende: - O Paulo está?. “Um momento” – ele responde – “Peru! É para você!”

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No campo do SPAC em Santo Amaro, São Paulo, depois de mais um jogo, Jimmy Macintyre, presidente do clube, queria fechar o bar pontualmente às 18 hs como sempre fazia. Os jogadores do Niterói pedem então se ele atenderia a última pedida. Jimmy pergunta: “A última?” E todos respondem: “Sim, a última.” “Ok” - Jimmy concorda. Os jogadores do niterói fazem, então, o último pedido: “Encha essa mesa inteira de cuba-libre”. E ele trouxe então mais 30 ou 40 cubas-libres de uma só vez que foram consumidas na última pedida naquele terceiro tempo que ainda iria continuar na estrada para o Rio.

CONTADOR: Cícero Tauil (o Turco maldito e seu tapete voador)
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Estávamos numa festa no jockey club em Curitiba, depois de uma vitória monumental, e lá pelas tantas, chega Fernando Coruja, completamente bêbado, com seu cartão de marcação de consumo com mais de 15 doses de uísque e manda:
- Cícero vc tem grana aí para pagar?
- É ruim, Coruja! Não tenho nem pra pagar o meu!
- Eu também estou duro. O que que eu faço?
Num breve momento de reflexão... tive a idéia. - Já sei, Fernando! Fale pra sua "amiga" simular um desmaio e saia correndo com ela nos braços pela porta de entrada. Dito e feito! E lá se foi o Coruja com a donzela nos braços saindo pela porta de entrada sem pagar os 15 uísques consumidos naquela noite maravilhosa!

 

CONTADOR: Serginho Mesquita (ex-jogador do Niterói Rugby)
Estórias da Lenda do Niterói Rugby: Ppedro Cardoso
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Aquela velha saída da Praia de Icaraí às 5 hs da manhã em frente ao falecido Beer bar. Após a chegada dos últimos, que ainda estavam pela noitada - desespero... só faltava o PPedro, nossa arma secreta. Lá pelas 6 hs o motorista pergunta o porquê do atraso? É informado que estamos a espera de um dos jogadores. Então ele fala: - Quando encostei aqui, entrou um bêbado dizendo que ia para São Paulo e foi para o final do ônibus. Surpresa... era o PPedro.

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Volta de um dos jogos em SP Após o tradicional 3º tempo, todos já alcoolizados, Renatão apaga no chão do ônibus. Meio corpo no banheiro e meio para fora (as pernas). Ppedro vai dar uma mijadinha e, não percebe Renatão: _ "Pôooo PPPedrooo, uceeee istáa me miiijanduuu... poorraaaa ic!" Ppedro começa a se sacudir rindo.... e mijando. 1º parte Para começar algumas estórias de Serginho Mesquita, do tempo em que muitos dos que jogam hoje ainda usavam calças curtas...

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Jogo contra a Medicina de São Paulo, o ônibus é dividido com o Guanabara (finado time do Rio de Janeiro) Saida de Niterói, para variar com todos virados na noite, vamos pegar o pessoal do Guanabara no Rio. A molecada entra descansadinha e não nos deixa dormir. André passa a viagem avisando aos incautos... olha que vocês vão voltar conosco... olha.... Entramos em campo com 14 jogadores, com 15 minutos Chiquinho sai machucado e, eu estreava meu único jogo como meio-scrum. Fizemos um jogão, apertamos os caras e no final o juiz anula um try de Ppedro nos roubando a vitória. Imaginem o 3º tempo... uma loucura, pois foi um belo jogo, com reconhecimento do adversário e tudo mais. Pegamos o pessoal do Guanabara e depois fizemos com eles outro terceiro tempo... os bichinhos não aguentaram. Até jogador dormindo no banheiro teve. Na volta nós é que não os deixamos dormir... e o golpe de misericórdia foi na chegada. O combinado era deixá-los no Rio antes de nosso desembarque em Niterói. Como já estávamos atrasados, muitos tendo que ir para o trabalho e para a escola, então... convencemos o motorista a nos levar primeiro. Já na ponte é que acordamos a todos... só faltaram chorar.

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Eu, Collin, Yan e Ppedro e Sérgio Bôbo no restaurante Gruta de Capri dando continuidade a mais um terceiro tempo... Lá pelas tantas... Sérgio Bobo desmaia com a cara na pizza. Collin, muito prestativo, o levanta pelos cabelos e... vira seu rosto de lado - para não se afogar no queijo - e o deixa dormindo em seu novo travesseiro.

Última atualização em Qui, 22 de Janeiro de 2009 13:47
 


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